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Como calcular a economia com energia solar?

  • Como calcular a economia com energia solar?

Se você está procurando como calcular a economia com energia solar, neste artigo nós explicamos de forma simples como fazer esse cálculo. Ao implantar um sistema gerador de energia solar, é possível gerar uma economia de até 95% da conta mensal de energia de um imóvel. Mas, como chegar a essa porcentagem?

Como você já deve saber, os sistemas fotovoltaicos On-grid não zeram a fatura de energia. Como eles ficam conectados à rede da distribuidora, é necessário pagar as taxas referentes ao uso da infraestrutura.

Ou seja, mesmo que o sistema produza 100% da energia consumida em sua casa, será necessário o pagamento dessas taxas. Além disso, se em alguns meses, a produção for menor do que o consumo, então será necessário pagar pelo que foi usado da distribuidora. Nesses casos, é possível utilizar os créditos de energia solar.

Se você não sabe o que é isso, acesse nosso artigo sobre o assunto. A fatura sempre irá apontar a quantidade de energia que foi utilizada da rede e a que foi injetada na rede, cobrando apenas a diferença.

A grande dúvida de quem está cogitando implantar um sistema fotovoltaico, é sobre como saber o tamanho da economia que vem sendo gerada. A fim de descobrir qual será o tempo de retorno do investimento.

Se esse é o seu caso, acompanhe a seguir os passos para calcular a economia com energia solar.
Importância de fazer o cálculo correto

A maior expectativa dos consumidores é com relação a economia que irão obter ao instalar um sistema de energia solar.

Dessa forma, a realização do cálculo correto ajuda esses consumidores a terem uma prévia do quanto poderão economizar.

É esse cálculo que serve de base para o Payback, que se refere ao período de tempo em que a economia gerada será suficiente para pagar o investimento feito.
Fatores que impactam na economia de energia

Nesta explicação, iremos considerar que o sistema on-grid foi dimensionado para produzir toda a demanda da energia elétrica do imóvel. Dessa forma, para chegar ao valor a ser economizado, é preciso considerar os seguintes fatores:
Consumo médio nos últimos 12 meses

O cálculo do consumo médio mensal em reais é fundamental para saber quanto o consumidor passará a economizar com a tecnologia instalada. Ou seja, é o valor que servirá de base para descobrir a economia gerada. Afinal, a nova fatura trará apenas o valor residual.
Tipo de ligação (Monofásico, Bifásico ou Trifásico)

Essa informação é importante para conseguir calcular o custo de disponibilidade do cliente. Esse é um custo obrigatório aos clientes que estão enquadrados na Baixa Tensão.

Ele é cobrado mesmo quando não há consumo de energia no imóvel. De uma forma mais simples, é o custo por estar conectado à rede da distribuidora.


Cada tipo de ligação tem um custo diferente, sendo 30 kWh para monofásico, 50 kWh para bifásico e 100 kWh para trifásico. O custo em reais pode ser obtido multiplicando os kWh pela tarifa de energia.
Taxa de iluminação pública

O custo referente a taxa de iluminação pública também não pode ser abatido pela energia solar. O cálculo pode ter uma variação de cidade para cidade e a cada mês.
Estado em que a unidade consumidora está localizada

A localização também influencia no cálculo, pois os valores referentes aos tributos podem ser diferentes dependendo do estado.

A isenção do PIS/COFINS é integral e igual para todas as regiões do Brasil.

Ou seja, os valores referentes a PIS, COFINS E ICMS serão abatidos após a implantação de sistema fotovoltaico, sendo devidos apenas para custo de disponibilidade. Entre estes, o mais complicado é o ICMS, que possui alíquotas mais altas (25%).

Enquanto alguns estados consideram a isenção total do ICMS (TUSD+TE), outros concedem a isenção parcial (TE). Residual PIS/COFINS: valor referente ao PIS e COFINS incidente sobre custo de disponibilidade. O valor costuma ser entre R$1,00 e R$2,00 e não impacta significativamente na conta.

Residual do ICMS: Nos estados onde há isenção total, será cobrado apenas o ICMS referente a disponibilidade. O valor não deve ultrapassar R$25,00 nos casos de consumidores trifásicos. Em casos onde há a isenção parcial, o cálculo é mais complicado.

Será preciso entender quanto da produção da energia solar será para consumo instantâneo e quanto será injetada na rede da concessionária.

O consumo instantâneo livra o consumidor dos impostos, visto que a distribuidora não consegue identificar esse consumo.

A cobrança do ICMS parcial ocorrerá apenas sobre os créditos de energia consumidos e não sobre a demanda total de energia do imóvel. Nestes casos, você pode entrar em contato com uma empresa especializada para realizar o cálculo.
Cálculo da economia com energia solar na conta de luz

Dessa forma, o cálculo se resume ao seguinte: ECONOMIA = Consumo médio (R$) – Taxa de disponibilidade – taxa iluminação pública – Residual do PIS/COFINS – Residual do ICMS.

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